terça-feira, 3 de setembro de 2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Nunca é tarde...

O inverno está se tornando passado! Gosto desta ideia...sei que a estação é necessária...mas peço desculpas por "abandonar" meu blog, meu canal, meu encontro comigo e com vocês!   
A reclusão faz parte do meu ser...no fundo sinto que é benéfica.
Volto ao velho chavão: O retorno da fênix que ressurgiu da cinzas....obrigada pela paciência e companhia!


 ;-)  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Assunto proibido?

Acabei de escutar em um noticiário que a questão da maioridade penal não pode ser  discutida  nem se quer cogitada perante o plenário. Pois o Ministério Público e a Sra. Dilma (nossa presidenta)     já se posicionaram sobre o assunto.
Apesar das centenas de barbáries cometidas diariamente...
Parece  que enquanto a pimenta não arder na esfera de convívio desses senhores que determinam nossas leis, ficaremos expostos à lei da selva , à lei do medo que  nos assola e nos obriga  a viver confinados em nossas cavernas.
Não quero repetir  um assunto que nos acompanha diariamente e parece que não tem solução (para o nosso desespero) Mas quero colocar a opinião de uma médica que sempre a acompanho em seus artigos  sobre neurociência. Leiam a matéria aqui
A médica ressalta para o fato de que sociopatas* não tem idade . E que o estado nunca se preocupou em ações efetivas para o cuidado com esses indivíduos.
Penso que tratamentos, campanhas,ONGs que focam na raiz do problema são formiguinhas mostrando que existe um caminho ... o preconceito ainda é o nosso maior vilão.
Vamos ficar atentos aos alcoólatras , dependentes químicos e emocionais das nossas famílias. Reconhecer que nossos entes queridos estão doentes e requerem cuidados especializados , já e um grande passo para não criarmos monstros para a sociedade.            

*Alguém incapaz de se enquadrar nas normas da sociedade, tem habilidade para enganar pessoas, é extremamente egoísta, não se envergonha de seus atos maus, não sente necessidade de melhorar, porque não acredita estar errado nunca, não sente culpa e sequer se arrepende de seus atos, geralmente é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar os outros.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Eu tive um sonho...

...e acordei .
Acordei ciente de que quando acordamos pra vida, tudo passa a ser nítido, verdadeiro.
A realidade pode ser cruel ou serena ...depende de como eu quero enxergar. SIM depende exclusivamente da minha escolha. Chega de esperar, chega de programar, chega de me iludir.
          Eu nasci pra ser feliz!!  Viva a realidade !!
 


p.s. O título desta postagem também foi intencional à data da morte de Martin Luther King . Pra mim um sonhador que lutou muito na sua realidade.   

terça-feira, 12 de março de 2013

12 de março dia do Bibliotecário!



Obter,classificar, indexar, armazenar , disseminar...são tantos verbos para exercer essa função!  
Que seja exercida da melhor forma!!!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Voltando ao bloguito!


  
Minimamente Feliz

Leila Ferreira



A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em "Paris" e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro. Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro "volta" a fechar ("ufa!") ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo. Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:
'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou "em casa assustado", ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'.
Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido?
Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
"Como" tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos.
E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.

Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente
em compasso de espera.

Leila Ferreira é jornalista renomada nas Minas Gerais e em todo o Brasil.


 Recebi esta menssagem de uma amiga querida por email e senti que era  adequada para reativar minha volta à blogosfera! Beijos